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terça-feira, 31 de julho de 2012

DIAGNÓSTICA DE JULHO

DIAGNÓSTICA DE JULHO

DIAGNÓSTICA DE JULHO

quinta-feira, 26 de julho de 2012

DIAGNÓSTICA DE JULHO











Histórias muitas histórias... PATINHO FEIO

 
As crianças adoraram... muito bom

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Hoje ouvimos a história contada pela professora: "Os Três Porquinhos", confiram no link abaixo: 
 http://www.contandohistoria.com/ostresporquinhos.htm
Há muitas histórias legais nesse site.

No final da aula, curtimos a leitura de gibis da Turma da Mônica







 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

CRUZADINHA

HOJE TROUXE UMA CRUZADINHA QUE FOI ESCANEADA DA REVISTA PICOLÉ E COLOQUEI NO PROGRAMA DA LOUSA, CADA UM DOS ALUNOS FOI CHAMADO PARA SOLUCIONAR UMA DAS QUESTÕES FOI BEM LEGAL...



terça-feira, 10 de julho de 2012

Produção de Texto em sala de aula

Após ler e realizar diversificadas atividades relacionadas ao conto: Chapeuzinho Vermelho, os alunos reescreveram um trecho da história. Confiram que graça o aluno Gustavo Henrique K. dos Santos, usou até os travessões nos diálogos dos personagens...






Outras produções...
























quinta-feira, 5 de julho de 2012

CONTO PINÓQUIO

BINGO COM NUMERAIS ATÉ 30

Bingo
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quarta-feira, 4 de julho de 2012

PINTOR DO MÊS DE JUNHO

PINTOR DO MÊS DE JUNHO

ALFREDO VOLPI


Alfredo Volpi nasceu em Lucca, Itália, a 14 de abril de 1896. Em 1897, a família Volpi emigra para São Paulo e se estabelece na região do Ipiranga, com um pequeno comércio. Destino comum aos filhos de imigrantes italianos, Volpi inicia-se em trabalhos artesanais e, em 1911, torna-se pintor decorador. Talvez daí decorra o gosto pelo trabalho contínuo e gradual da sua linguagem estética, próprio da valorização de um “saber fazer”.

Até os anos 30, Volpi elabora sua técnica e, principalmente, a partir da década de 1930, emerge um trabalho mais consciente, utilizando-se das cores para a construção de um equilíbrio muito próprio. Por esses tempos, Volpi aproxima-se de artistas como Fúlvio Pennachi e Francisco Rebolo Gonsales, integrando o Grupo Santa Helena. A denominação do grupo, e a inserção de Volpi nele, é oriunda mais de uma proximidade física dos pintores (que pintavam em uma sala do Edifício Santa Helena) e da sua origem comum do que de uma identificação estética. Volpi destoava do grupo especialmente por não ser um pintor conservador.

Em 1938, Volpi conhece o pintor italiano Ernesto de Fiori. O encontro seria muito frutífero para ambos, e se deu numa época muito oportuna para Volpi, que enveredava para um caminho de maior liberdade estética.

Um acontecimento fundamental para a evolução de Volpi foi a sua “estada” em Itanhaém, entre 1939 e 1941. Sua esposa teve problemas de saúde e mudou-se para o litoral, a fim de se tratar. O artista a acompanhou, retornando a São Paulo apenas nos finais de semana, em que procurava vender suas obras. A gravidade da doença de Judite Volpi envolveu o artista em questionamentos que o fizeram rever sua obra e suas concepções, liberando um potencial criativo latente, ao qual Volpi finalmente conseguiria dar vazão. A tensão própria de situações-limite possibilitou para Volpi uma liberdade gestual que imprimiria uma nova dinâmica à sua obra. A série de marinhas que Volpi pinta a partir dessa época evidenciam uma obra muito própria que se desenvolveria gradualmente até atingir um ápice abstrato em que as composições eram compreendidas em termos de cores, linhas e formas.

Cabe ressaltar que Volpi recusava teorizações estéreis, mas estava sempre muito bem informado das correntes artísticas do seu tempo, embora não se filiasse explicitamente a nenhuma delas, já que sua trajetória era extremamente pessoal. Esse é um dos pontos que fazem dele um grande pintor: Volpi é moderno e atual sem se importar com rótulos artificiais. A diferença é que ele não precisava ser moderno ou popular; simplesmente era.

Principais obras de arte
- "Mulata"
- "Fachada e Rua"
- "Festa de São João"
- "Grande Fachada Festiva"
- "Fachadas"
- "Sereias"
- "Bandeirinhas"
- "Bandeirinhas Geométricas"
- "Mastro de São Pedro"
- "Madona"
- "Dom Bosco" 

RELEITURA FEITA PELOS ALUNOS DA OBRA "BANDEIRINHAS"






















 











 

 
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